Dance Review
September 3, 2009
Blues Skys
May 20, 2009
Welcome all 302 friends
Still no open topics of discussion by friends, fell free to add links to your own projects, like a real open magazine
Best Wishes for all
Welcome to the World
May 12, 2009
Naked Blues
April 21, 2009
New Original Designs soon
Have a look at http://www.myspace.com/duemag
74
March 22, 2009
It could be clash
Here we are
http://www.nineteen74.com/contact/lisa_henri_
Monstra & IP Museus
March 7, 2009
9 a 15 de Março de 2009
A Monstra é um festival de cinema de animação que tem como objectivo celebrar a animação em todas as suas vertentes, apresentando programas que unem o cinema às artes plásticas, performativas, musicais ou outras.
Este ano o Museu Nacional de Etnologia adere a esta iniciativa com uma programação variada.
http://www.ipmuseus.pt/
Jacques Tatis
March 7, 2009
Museu Nacional do Traje e da Moda
March 7, 2009
D. Pedro José de Noronha (1716-1788), o 3º Marquês de Angeja, foi presidente do Erário Régio em 1777 e Primeiro Ministro do reinado de D. Maria I, após a queda de Marquês de Pombal. Aberto e sensível, dedicou a sua vida ao estudo das Ciências Naturais, tendo reunido, no seu palácio da Junqueira, uma colecção de curiosidades que pretendia ver instalada no Paço do Lumiar. O objectivo, nunca atingido e arrojado para a época, era criar um Museu de História Natural, projecto apenas comparável ao Museu de História Natural da Universidade de Coimbra. O 3º Marquês de Angeja conseguiu, contudo, dar início à plantação do Jardim Botânico, projecto que ficou sob a responsabilidade do italiano Domenico Vandelli (1735-1816).
D. Pedro de Sousa e Holstein (1818-1864), então Marquês de Palmela, adquire à herdeira da Casa de Angeja, D. Mariana de Castelo Branco, o Palácio do Lumiar. Foi assim que, em 1840, as propriedades passam para a posse da Casa de Palmela, até serem vendidas ao Estado Português em 1975 por D. Isabel Juliana de Souza Holstein Beck Campilho. Antes disso, ocuparam o Palácio a 3ª Duquesa de Palmela e a Marquesa de Tancos, irmã do 4º Duque de Palmela.
| TRAJES REAIS | |||
| A recente aquisição em leilão de um lote de peças que pertenceram às duas últimas figuras régias foi o pretexto para a realização desta exposição que procura abordar aspectos do quotidiano da vida de D. Amélia e de D. Manuel II, a par com alguma alusão a ocasiões de cerimónia, devidas ao tipo de indumentária que se expõe, destacando-se um manto de corte da soberana. A exposição divide-se em duas partes, uma dedicada ao rei e, outra, à rainha.
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Museu do Teatro
March 7, 2009
O Museu Nacional do Teatro foi oficialmente criado em 1982, através do Decreto-Lei nº 241/82, de 22 de Junho, no qual são definidas todas as suas atribuições e competências, nomeadamente, “proceder à recolha, conservação, identificação, estudo, integração no seu contexto histórico, exposição e divulgação de espécies relativas ao teatro e a outras formas de espectáculo com ele relacionadas”.
Sendo o museu nacional e o grande arquivo das artes do espectáculo em Portugal, o seu objectivo é recolher, preservar, registar, estudar e difundir as suas colecções, promovendo o conhecimento da história e da actividade contemporânea daquelas artes. A sua missão estratégica é informar, formar, educar e divertir o público que a ele acorre, afirmando-se, de forma clara, como uma instituição de referência na museologia e na história das artes em Portugal.
Inicialmente concebido e dedicado, em exclusivo, à apresentação de exposições temporárias (desde a sua fundação até 2002, puderam ser vistas mais de 20 exposições, dedicadas a Companhias, actores e actrizes, cenógrafos e desenhadores teatrais), em 2003 é inaugurada no edifício principal do Museu (Palácio do Monteiro Mor) a primeira exposição de carácter permanente – “Peças de teatro: as colecções do Museu” -, dando corpo a uma necessidade que, cada vez mais, se ia sentindo e manifestando das mais diversas formas e das quais a voz do público era a mais significativa. Esta exposição, baseada numa estrutura e num percurso permanentes nos quais as peças vão periodicamente rodando, permite uma maior dinâmica museográfica e, em simultâneo, um maior conhecimento e entendimento, por parte dos visitantes, do vasto acervo que constitui este Museu e da forma como as suas colecções estão organizadas nas respectivas reservas.
Na galeria situada no edifício fronteiro à recepção/loja continuam a ser apresentadas exposições temporárias dedicadas a todos os aspectos que intervêm nas artes do espectáculo, quer através de colecções pertencentes ao acervo do Museu, quer privilegiando os criadores e a criação contemporânea.













